Primeiro o Governador do estado sede dos jogos, Sérgio Cabral Filho, estava bastante preocupado com a proximidade do complexo esportivo, onde seria utilizado para a competição do esporte, com a Avenida Brasil, uma das avenidas mais movimentadas da cidade, localizada a aproximadamente 500 metros ao fundo do estande de tiros da fossa olímpica. “Não é muito próximo da Avenida Brasil? Será que tem perigo de algum carro levar uma bala perdida?”, indagou o governador, antes de ser avisado de que os tiros de cartuchos de chumbinho, utilizados na competição, não superam os 100 metros da grade de proteção, que fica no fundo do campo, onde os pratos são atirados.
Acostumado com as balas de fuzil que rasgam o céu, acho que ele acabou trocando as balas, ops, as bolas.
A segunda notícia é que os organizadores do evento posicionaram a baia destinada aos fotógrafos da competição exatamente na linha de tiro dos competidores.
A sorte dos pobres fotógrafos é que a posição dos mesmos não chegou a ser ocupada por nenhum deles (talvez tenham observado o pequeno detalhe antes de chegarem lá). A boa notícia é que felizmente a baia já foi transferida para outro local.
A informação foi revelada sem querer por um dos funcionários do Complexo Esportivo.
Talvez os organizadores com uma visão bastante artística, resolveram posicionar os fotógrafos para que eles tivessem um angulo privilegiado das balas (vindo em sua direção).
http://jc.uol.com.br/2007/07/16/not_144372.php
http://odia.terra.com.br/pan2007/htm/geral_108762.asp
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