No nosso país o problema da droga é tratado de forma no mínimo hipócrita. Vamos ao exemplo: Se nós comprarmos um produto roubado ou contrabandeado, tanto aquele que roubou, interceptou, vendeu e o que comprou podem ser presos (Falo podem por que sinceramente, é mais fácil ver um integrante dos três poderes - executivo, legislativo e judiciário - comprar um item de origem duvidosa do que vê-los atuando na repressão. Salvo quando não há uma operação específica para tal fim). O mesmo ocorre com os produtos roubados. Porém, no tráfico de drogas o plantador, o químico, o empacotador, o receptor, o vendedor e o transportador podem ser presos, mas o comprador não. É como se um produto ilegal fosse legalizado apenas por mudar de mão ou do dono.
Aí, você deve se perguntar o porque? Fácil! Quando os filhos ou muitas vezes os próprios representantes de um dos três poderes, jornalistas, empresários ou simplesmente famosos ou poderosos financeiramente falando tudo o que vai de encontro ao interesse dessas pessoas acaba tendo uma brecha na lei, que normalmente só consegue ser explorado por quem? Por estas mesmas pessoas que citei anteriormente.
Não estou dizendo que deve-se proibir o uso, ou liberar, não defendo nenhum dos lados. Mas que o certo é: Ou libera, ou prende. Tudo independente de que nome está na carteira de identidade. Ao pessoal do judiciário, lembrem-se, a justiça é cega, não burra.
LIBERA !
LIBERA ! !
LIBERA ! ! !
Não fumo, não cheiro, não injeto, mas legalize já!
URG