Porém, espero que não seja tão tarde assim para poder falar sobre a substituição da CPMF pelo aumento do IOF e da CSLL para as empresas da área financeira. O aumento do CSLL para as empresas da área financeira, pode até ser aceitável, afinal, quantas e quantas vezes não escutamos a opinião publica "exigindo" que parte dos lucros dos bancos, que o ano passado foi extraordinário e só vem crescendo nos últimos anos, seja retido pelos cofres públicos para poder ser revertido no bem estar da nossa sociedade.
Mas, há a questão do IOF e nele fica bastante claro que os juros de empréstimos, que é uma das formas mais utilizadas para investir no crescimento das empresas, produtores rurais além do próprio padrão de vida das pessoas. Esta taxa, influencia tanto na vida das pessoas, que ela vai aumentar de forma direta os valores das taxas de juros, que é exatamente a forma mais eficaz de se controlar a taxa de crescimento dos países além das suas respectivas taxas de inflação.
Aumentando a taxa do IOF, o governo acaba aumentando as taxas de juros dos bancos sem mexer na taxa SELIC (que é a taxa básica de juros do país) e desta forma cria um freio no crescimento da inflação (que é um dos índices que o governo atual está começando a se preocupar) de uma maneira inteligente para que além de tudo, o governo consiga substituir o rombo que o fim da CPMF deixou, o que não havia sido planejado.
Enfim, para mim, a CPMF deveria continuar, porém, como o governo não conseguiu dar continuidade ao imposto que recolhia dinheiro diretamente apenas dos mais ricos (as classes C e D não conseguem abrir conta corrente, a não ser que seja em bancos voltados para estas pessoas como por exemplo a Caixa Econômica Federal).
Já empréstimos, muitas pessoas como agricultores procuram esta modalidade para financiar o seu plantio.
Taxar os lucros autos dos bancos, sim! Desacelerar o crescimento da economia, não!
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