Seremos bombardeados por análises poSt mortem dos seus álbuns, da sua postura, dos seus atos, da sua vida pública e privada e em alguns dias, meu irmão de 15 anos, que agora está se perguntando quem mané foi Michael Jackson, estará sabendo até qual era seu café da manhã preferido.
O rei morreu. O rei da sua terra do nunca, dos milhões ganhos, dos milhões gastos com pais de garotinhos "violados". O rei das dúvidas: qual era sua cor?Sua opção sexual? Seu nariz era real ou desmontável? Vitiligo, vontade de ser branco, delirío infantil ou piada?
Bem, todos nós sabemos o quão necrófila é nossa sociedade, nada de novo por aqui, apenas preparando a mente pra avalanche de sensacionalismo que veremos adiante...
E por incrível que pareça, antes de saber da notícia eu estava escutando Jackson. Não! Não! Não o rei-da-terra-do-nunca. Mas o do pandeiro. Rei do Ritmo! Os necrófilos também estão sendo bem cruéis com este aqui.
Você escreveu correto! :D
Qualquer dúvida é só digitar no google que ele corrige.
O problema é que as vezes não funciona direito...
Essa exposição exagera é foda. O cara teve um jornal nacional quase todo pra ele. Teve mais espaço até que Sarney. Isso é extremamente negativo, mas a mídia é assim desde antes d'eu me entender por gente.
Mas não há como negar, como bem disse Obama, ele era um artista espetacular, mas também um homem de vida com aspectos trágicos e tristes."